• Ricardo Figaro

História da Bruxaria, novidade da Editora Aleph


Por séculos as bruxam habitam o nosso imaginário, quase sempre em pesadelos ou enredos sem finais felizes. Mas este universo é completamente diferente do que costumamos imaginar. Para provar isso, separamos abaixo 7 verdades sobre esse mundo cercado de mistérios, presentes no livro História da Bruxaria, que lançamos este mês. Olha só:

1. Não tem como negar...


Talvez você não acredite, mas aí vai: as bruxas existem. Aliás, a bruxaria é considerada como uma religião de pleno direito por numerosas instituições, inclusive as forças armadas e o sistema legal dos Estados Unidos. Dentre as bruxas que conhecemos, nenhuma jamais correspondeu ao esteriótipos vistos nas animações da Disney, por exemplo – exceto talvez em festas à fantasia.

2. Terceira idade, só que não

A afirmação de que bruxas geralmente são mulheres velhas é uma distorção da verdade e um gigantesco exagero – quase sempre presente em contos de fadas ou narrativas semelhantes ao longo dos séculos. Tanto no passado distante como hoje, pessoas do sexo masculino praticaram a bruxaria, além do que muitas bruxas eram bastante jovens – inclusive, várias delas eram até mesmo crianças.

3. A magia é pop

A feitiçaria ocorre em quase todas as sociedades do mundo. É também o mais antigo e profundo elemento no conceito histórico da bruxaria europeia, a qual se formou a partir da religião pagã, do folclore, da heresia cristã e da teologia. A feitiçaria se baseia na pressuposição de que o cosmo é um todo e de que, portanto, existem ligações ocultas entre todos os fenômenos naturais.

4. Cada um no seu quadrado

Historicamente, existem três tipos de bruxo: o feiticeiro, que pratica a magia simples; o herege, de quem se afirmava praticar diabolismo e que foi perseguido durante as caças às bruxas; e o neopagão. Porém, os três grupos têm pouco em comum, salvo o termo “bruxo”. Dentre os três tipos, aquele presente durante as caças às bruxas ficou mais conhecido na História.

5. Vade retro Inquisição

Durante a inquisição, os agentes da Igreja estavam instruídos sobre o que procurar, e por meio de interrogatórios, ameaças e tortura eram geralmente capazes de descobrir bruxaria onde quer que existisse, e onde quer que não. Cada condenação construía a imagem da bruxa mais concretamente na consciência popular e estabelecia mais um precedente para as gerações de futuros inquisidores.

6. Bruxaria de cara nova

A bruxaria moderna não está ligada historicamente ao fenômeno medieval homônimo, mas sim às especulações sobre bruxaria que surgiram depois que o próprio fenômeno desapareceu. A bruxaria neopagã de hoje consiste, em grande parte, de conceitos, afirmações e terminologias elaborados nos duzentos anos entre o final do Iluminismo e o começo do século XXI.

7. Bruxa.com

Hoje a bruxaria é mais visível na internet do que nunca. Bruxos dominaram o meio, convertendo-o de um instrumento restrito de construção do movimento em uma ferramenta de alcance cultural, utilizando ela para falar com o publico. No século XXI, navegar na rede é um dos principais veículos de informação para as pessoas estabelecerem um primeiro contato com a bruxaria moderna.

História da Bruxaria

Editora Aleph (selo Goya)

Jeffrey B. Russell e Brooks Alexander

De R$ 66,60 - Por R$ 49,90

TRADUTOR (A)ÁLVARO CABRAL E WILLIAM LAGOS

ANO 2019

PÁGINAS - 280

ACABAMENTO EM CAPA DURA

PESO - 0,350 KG

Para quem quer explorar a verdade sobre esse universo rico em significados e tradições, História da Bruxaria, de Jeffrey B. Russell e Brooks Alexander, traz uma das mais completas pesquisas já feitas sobre o tema. Da origem do movimento à transformação nos tempos modernos, descubra o mundo que vai além dos filmes, contos de fada e o nosso próprio imaginário.

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