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Arturo Pérez-Reverte lança romance ambientado no submundo da arte de rua


Trama de “O sniper paciente” gira em torno de um grafiteiro misterioso, que usa métodos de guerrilha e nunca revela sua identidade.

Um dos nomes mais importantes da literatura em língua espanhola, Arturo Pérez-Reverte é autor de “A rainha do sul”, inspirado na vida de Sandra Ávila Beltrán, figura lendária do narcotráfico mexicano. Em seu novo livro, “O sniper paciente”, é o submundo das artes que está no centro da narrativa. O romance tem como protagonista um grafiteiro anônimo, que espalha seus trabalhos pela Europa e América do Norte e mobiliza artistas do mundo todo em desafios e intervenções artísticas perigosas.

O SNIPER PACIENTE

(El franco-atirador paciente)

Arturo Pérez-Reverte

Tradução de Luís Carlos Cabral

224 páginas

R$ 44,90

Editora Record

(Grupo Editorial Record)

Trecho:

“O destino é um caçador paciente. Certas casualidades foram escritas de antemão, como franco-atiradores agachados com um olho no visor e um dedo no gatilho, esperando o momento propício. E aquela, sem dúvida, era uma delas. Uma dentre muitos falsos acasos planejados por esse destino retorcido, irônico, chegado a reviravoltas. Ou algo assim. Uma espécie de deus caprichoso e impiedoso, mais brincalhão do que qualquer coisa.”

Na trama, o aclamado editor de livros Mauricio Bosque faz uma proposta para a especialista em arte urbana e doutora em história da arte Alejandra Varella. Ela precisa descobrir a real identidade do grafiteiro e apresentar a ele um convite irrecusável que dará ao artista fama e fortuna.

Para encontrá-lo, Alejandra, mais conhecida como Lex, se lança numa complexa rede de leis e códigos da arte urbana em Madri, Lisboa, Verona e Nápoles. Em suas buscas, Lex se depara com uma série de figuras peculiares que a ajudarão a montar o quebra-cabeça do paradeiro e da identidade do sniper.

“O sniper paciente” chega às livrarias neste mês de junho pela Editora Record

Arturo Pérez-Reverte formou-se em ciências políticas e jornalismo e foi correspondente de guerra por mais de duas décadas, cobrindo conflitos em Moçambique, Nicarágua, Eritreia e Iugoslávia. Membro da Real Academia Española, recebeu inúmeros prêmios por seu trabalho jornalístico e é autor de diversos romances, entre eles “O tango da velha guarda”, “O capitão Alatriste”, que ganhou as telas do cinema em uma produção estrelada por Viggo Mortensen, e “A rainha do tráfico”, que foi adaptado para uma série de TV com Alice Braga no papel principal.

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