• Ricardo Figaro

Galera lança romance histórico juvenil de Meg Cabot


Um dos nomes mais importantes entre os autores de literatura juvenil no mundo, Meg Cabot chega mais uma vez às livrarias pela Galera, em março. Mas, agora, é em formato de romance histórico. Em “Victoria e o patife”, sua heroína é uma herdeira de 16 anos que viaja para a Inglaterra, no século XIX.

Desde que seus pais morreram, quando tinha 4 anos, Victoria foi morar com três tios solteiros na Índia. Agora, aos 16, foi despachada pelo trio para morar com o restante da família, em Londres. Uma de suas atribuições é encontrar um marido. E isso acontece bem rápido, ainda na viagem de navio entre os dois continentes.

VICTORIA E O PATIFE

(Victoria and the rogue)

MEG CABOT

Páginas: 256

Preço: R$ 29,90

Tradução: Marcela Filizola

Editora: Galera | Grupo Editorial Record

O eleito é Hugo Rothschilg, o Conde de Malfrey, um homem bonito, rico, viajado e charmoso, por quem Victoria fica logo caída. Tudo parece estar perfeitamente encaminhado, de acordo com os sonhos da menina. Mas, em paralelo, ela também precisa conviver com Jacob Carstairs, capitão do navio, amigo de sua família, e um sujeito extremamente irritante.

Aos poucos, Jacob, com seu jeito implicante, tenta alertar Victoria de que Hugo talvez não seja, assim, tão bom partido quanto ela pensa. E, quando fica claro que as intenções do conde não são exatamente nobres, Victoria vai ter lidar com a frustração – e com os confusos e crescentes sentimentos em relação a Jacob.

O conhecido bom humor de Meg Cabot é parte importante de “Victoria e o patife”, que traz mais uma das mocinhas decididas e independentes da autora, mesmo no século XIX.

TRECHO:

“Algo sobre o modo como Jacob Carstairs a fitava fez com que Victoria começasse a se sentir extremamente desconfortável. Aqueles olhos cinzentos sabiam coisas demais, e brilhavam demais, para que ela ficasse com a consciência tranquila. Ora, pelo mono como olhava para ela, era quase como se... bem, como se pudesse ler seus pensamentos! Ler os pensamentos ou olhar para dentro do espartilho, a jovem não sabia bem qual dos dois. De qualquer modo, aquilo a fazia sentir que o salão estava quente demais, e era verdade, e que o corpete estava muito apertado, o que não ocorria. Era curioso que um homem que ela detestava tão completamente como o Capitão Carstairs pudesse fazê-la se sentir tão... bem, vulnerável.”

Meg Cabot nasceu em Bloomington, Indiana. Trabalhou como ilustradora e é autora de séries como “O diário da princesa”, “A mediadora” e “Desaparecidos”, todas publicadas pela Galera Record, e de romances de ficção adulta premiados. Seus livros venderam mais de 25 milhões de exemplares no mundo. Atualmente, ela vive com o marido e divide seu tempo entre Key West, na Flórida, e Nova York.

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